🌎DIALLD Bio Energy – Reunião com a direção do Consórcio de Resíduos Sólidos do Castanhal – Brasil

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Depois do primeiro encontro ocorrido na última terça-feira entre o representante da empresa alemã DIALLD BIO ENERGY HOLDING, Carlos Alberto Costa aliado estratégico, e a direção do Consórcio de Resíduos Sólidos que reúne Castanhal e mais quatro municípios vizinhos, pode-se considerar que foi bem mais produtiva a segunda reunião, ocorrida na manhã de hoje, com os avanços nos preparativos no sentido de tirar do papel o mais audacioso e caro projeto na Amazônia, de beneficiamento das milhares de toneladas de lixo produzidas diariamente em Castanhal, Santa Maria do Pará, Santa Isabel do Pará, Inhangapi e São Francisco do Pará.

Pelo que ficou acertado entre os presentes, à frente o prefeito de Inhangapi, Egilásio Feitosa, presidente do Consórcio, foi que o próximo passo será a análise do estatuto do consórcio envolvendo aqueles cinco municípios do nordeste paraense.

Dessa análise minuciosa, para conferir se está tudo de acordo com as recomendações da DIALLD BIO ENERGY HOLDING, será feito, oficialmente e em papel timbrado, o pedido para um estudo que deverá demorar pelo menos 20 dias, no qual serão analisados detalhes jurídicos e técnicos. Toda uma legalidade analisada por pessoas de alto padrão técnico.

Para que só então o documento chegue nas mãos dos que irão analisar tudo, observar encaixe e legalidade jurídicos. E só aí então será requisitado o pedido de um estudo in loco, também feito por técnicos da DIALLD BIO ENERGY HOLDING que vêm direto da Alemanha e visitarão as cinco cidades participantes fazer esse trabalho. Tudo pronto, assina-se o contrato e a vida começa a mudar para milhares de pessoas.

Seis vereadores (Zezinho Lima, Naldo do Imperial, Café, Rosimar Possidônio, Diego Saliba e Everton Matos também participaram desse dia histórico, Além do secretário de Agricultura de Castanhal, Gabriel Titan, sua assistente, professora Carla Paiva e Diego Freitas, secretário de Meio Ambiente de Santa Maria do Pará.

Na área onde ficam os cinco municípios inseridos no Consórcio residem hoje cerca de 330 mil habitantes. O suficiente para que se tenha uma usina em pleno funcionamento, produzindo biogás, biomassa e energia para prédios e logradouros públicos. Além de produzir crédito carbono, que significa recursos para a gestão municipal. Um passo histórico para o Pará!!!

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